Um workshop duplo para quem quer liderar o mercado, não correr atrás depois. Desenvolvido para gestores e equipes da indústria calçadista — não para programadores.
O Sinbi reuniu 18 empresas calçadistas de Birigui e região para um dia inteiro de imersão em Inteligência Artificial, conduzido por Ale Ferrari, sócio na uMode.
O workshop abordou desde os fundamentos da IA até oficinas práticas onde os participantes criaram seus próprios agentes de atendimento e fluxos de automação — tudo com foco no dia a dia real da indústria calçadista infantil.
"A IA não é uma tendência tecnológica. É uma mudança estrutural na forma de competir."
Pare de ver IA como ferramenta. Comece a ver como alguém que trabalha 24h, não se cansa e analisa milhares de dados em segundos.
IA não é para fazer post. É para mexer em giro, ruptura, troca e margem.
Não tem pergunta besta. Todos podem ensinar. Estamos todos aprendendo.
Conduzido pela uMode — respiramos moda, tecnologia, dados e disrupção
Dois workshops complementares — do fundamento à estratégia avançada.
De fundamentos a estratégia avançada — tudo com foco no calçado infantil.
O que está mudando: de decisão por feeling para decisão por dados em tempo real. Previsão de demanda, comunicação hiperpersonalizada e mix otimizado dinamicamente.
Analista de dados, redator de conteúdo, assistente de merchandising, apoio à inteligência comercial e organizador de processos — tudo em um.
LLM, prompts, dados e pessoas: descomplicando os conceitos. Qualidade da resposta = qualidade da direção que você dá.
ChatGPT, Claude, Gemini, Canva Magic Studio, n8n, Cursor e dezenas de outras ferramentas mapeadas por categoria de uso.
Velocidade, precisão e consistência. Dores do calçado infantil: grade/numeração, sazonalidade, trocas, conteúdo de produto e vendas assistidas.
Framework Ferramenta → Impacto → Sistema. Como sair dos pilotos e capturar ROI real para o negócio com ciclos de piloto → produção → escala.
IA não é sobre tecnologia. É sobre melhorar margem, reduzir desperdício e tomar decisões melhores.
Previsão de demanda, sugestão de reposição por grade/tamanho, análise de giro e identificação de produtos com baixa performance.
Geração de campanhas, segmentação de público, personalização de mensagens, conteúdo para redes sociais e testes A/B rápidos.
Chatbots inteligentes, recomendação de produtos, atendimento assistido e respostas rápidas e consistentes em todos os canais.
Otimização de estoque, planejamento de compras, análise de fornecedores e padronização de processos em toda a cadeia.
Relatórios automáticos, resumo de indicadores, análise de desempenho e simulações de cenários para decisões mais rápidas e assertivas.
18 empresas de Birigui e região que investiram um dia inteiro para transformar seus negócios com IA.
IA (Inteligência Artificial) usa modelos de linguagem (LLMs) treinados com grandes volumes de texto para identificar padrões, prever palavras e gerar respostas coerentes. Ela não "pensa" — prevê a próxima melhor resposta com base em padrões aprendidos. Na prática, funciona como um funcionário digital: trabalha 24h, analisa milhares de dados em segundos, redige textos e organiza ideias. Mas precisa ser treinada e orientada por você.
A IA não substitui pessoas — substitui tarefas repetitivas e amplia pessoas estratégicas. Tarefas como relatórios, análises básicas, textos e organização de dados podem ser automatizadas. Já estratégia, decisão, julgamento, criatividade e cultura continuam sendo 100% humanos. Como foi dito no workshop: "Quem aprende a usar IA cresce. Quem ignora, perde espaço."
Não! O workshop foi desenvolvido para gestores e equipes, não para programadores. Ferramentas como ChatGPT, Claude, Gemini e Canva Magic Studio funcionam com linguagem natural — basta descrever o que você precisa. A qualidade da resposta depende da qualidade da sua pergunta (o "prompt"), não de conhecimento técnico.
A IA impacta diretamente as dores típicas do setor: sugestão de reposição por grade/tamanho (reduzindo ruptura e sobra), previsão de demanda com sazonalidade, conteúdo de produto padronizado para e-commerce e marketplaces, tagging automático de atributos por imagem, scripts de vendas por coleção, FAQ e atendimento assistido, e identificação de produtos problemáticos com alta taxa de troca.
Uso pontual é quando alguém do marketing usa ChatGPT ou o atendimento faz um chatbot isolado — ajuda, mas não muda o jogo. Uso estruturado é quando você organiza IA como capacidade da empresa, com casos de uso por processo, padrões (prompts, templates, validação), métricas claras de valor e ciclos de piloto → produção → escala. O foco é sair dos pilotos e capturar ROI real.
Dezenas de ferramentas organizadas por categoria: assistentes (ChatGPT, Claude, Gemini, Grok), vídeo (Synthesia, HeyGen), imagem (Midjourney, Sora), automação (n8n, Zapier), estudo (Deep Research, NotebookLM), design (Canva Magic Studio), código (Cursor, Lovable), gestão de conhecimento (Notion Q&A, Guru) e apresentações (Gamma). Nas oficinas avançadas, usamos n8n, Cursor e Claude Code.
IA amplifica o que já está funcionando — e o que não está. Sem regras claras, há risco de vazamento de dados, erros de decisão, distorção de marca e dependência cega. Antes de automatizar qualquer coisa, pergunte: isso gera valor real? Reduz custo? Aumenta margem? Melhora decisão? Se a resposta for "não sei", ainda não está pronto. IA precisa de direção, métrica e um responsável.
Sim! Fique atento às comunicações do Sinbi para saber das próximas datas. O objetivo é criar encontros recorrentes para aprofundar temas, acompanhar as implementações e apresentar novos casos de uso do setor.
"Existem empresas que evoluem com a IA.
E empresas que vão desaparecer por ignorá-la."